Diário de morte – Página 9
Saindo de sua tumba, tinha um homem esperando-o! Mas ninguém ficava no cemitério em plena madrugada…
Geison achou estranho, e foi falar com ele…
- Uga buga! uga uga?
- Hãn?
- Ah! Desculpe, fui falar com o estranho, mas acabei falando estranho!!!
- És Geison?
- Hã… sim! mas depende… é cobrança?
- Não… Fique tranquilo… Geison Müller?
- Ah não! eu sou outro Geison… Geison MacFüren! Prazer…
- Amém… Desculpe o incomodo… – e foi para uma cripta próxima…
- …
- Eu hein… cada doido nesse cemitério… Se não estivesse morto pensaria que fosse um hospício!
Geison Errado ia voltando para sua tumba, quando sente uma mão em seu ombro e uma voz sussurra:
- Ele é a mãe da morte!
- Que-Que-Queeem… Quem? ele? Mas parecia um homem… – Diz Tentando não tremer…
- E o que isso interessa? No fim… tudo é a mesma coisa…
- Ok… e quem é você? – Geison toma coragem e se vira para encarar seu oponente, tomando o ligeiro cuidado de preparar a ossada que era sua mão direita para um gancho no desconhecido.
- …
- Ah! Oi morte…a quanto tempo… 200 anos?
- Por ai…
- Ela, não… Ele… digo, Ela estava te procurando?
- Não… estava procurando um aprendiz… Coisa tola… Convida-me para um chá?
- Não!
- Então está bem! – diz com um sorriso macabro na face branca como a ausencia de sombras.
- Eu o convido para uma cerveja!!!!
- Opa, maravilha…



outubro 27th, 2006 at 20h 05min
boa! boas sacadas!